segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Rap se populariza e movimento cresce em Salvador

Na virada do milênio, encontrar um disco de rap baiano por aí era uma raridade. Eles não existiam até mesmo na casa de pessoas ligadas à cena hip hop, que na época já era bem representativa, com vários grupos atuando pela cidade, sobretudo nos bairros da periferia.

Ou melhor, existiam em experiências pontuais, como o pioneiro trabalho da extinta banda Elemento X, Genocídio (1999), apontado pela maioria dos rappers como um divisor de águas.

Formado por Gomez, Dinho e pelo DJ Edilson, o Elemento X mostrou com seu disco independente que era viável produzir, gravar e mixar. “Foi o disco que mudou a timbragem do rap local e deu um pouco de ânimo à galera, tanto pela qualidade musical quanto pela produção”, afirma Rangell Blequemobiu, 33, que, ao lado de Coscarque, 28, forma o Versu2.

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